A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, em 18 de janeiro de 2024, um guia sobre ética e governança para garantir o uso apropriado das plataformas de Inteligência Artificial (IA) na saúde, com cerca de 40 recomendações para os governos, as empresas de tecnologia e os profissionais da saúde.

De acordo com a OMS, o uso da IA tem potencial para melhorar os cuidados em saúde, porém os usuários, desenvolvedores e gestores precisam levar em consideração que existem riscos. Para isso, é necessário um processo transparente de políticas regulamentadoras para o desenvolvimento e uso dessas plataformas, já que podem ser produzidas informações enviesadas, incompletas, imprecisas ou até falsas.

As recomendações da OMS estão distribuídas em cinco aplicações: diagnóstico e cuidado em saúde, uso direto do paciente, tarefas administrativas, educação para profissionais da saúde e pesquisas e desenvolvimento de medicamentos.

As principais recomendações para os governos referem-se à elaboração de políticas públicas que principalmente garantam um uso ético das plataformas protegendo os direitos humanos, a dignidade, privacidade e autonomia das pessoas. Para os desenvolvedores das plataformas, a OMS recomenda o envolvimento de gestores, profissionais da saúde, pesquisadores e pacientes na construção da IA e que elas sejam desenhadas para realizar tarefas específicas de forma acurada para melhorar a capacidade dos sistemas de saúde.

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