O Ministério da Saúde lançou uma nota técnica sobre a utilização de testes rápidos para o diagnóstico da dengue, doença de notificação compulsória. Como as manifestações clínicas da dengue são muito inespecíficas, é difícil diagnosticá-la, afetando a escolha por um tratamento mais adequado.

O SUS disponibiliza apenas os insumos para os testes laboratoriais: pesquisa do genoma viral por biologia molecular, pesquisa de antígenos virais (NS1), e pesquisa de anticorpos contra o vírus (IgM e IgG). 

Os testes rápidos são de fácil utilização, detectam o antígeno NS1, os anticorpos IgM e IgG, ou promovem detecção combinada (NS1/IgG/IgM do vírus da dengue) em 15 a 20 minutos. São utilizados em serviços públicos e privados e são de baixo custo, o que pode favorecer sua utilização em locais mais afastados de centros de saúde, e possibilitam o início mais rápido do tratamento; porém, não permitem a identificação do sorotipo viral.

De acordo com a nota técnica, dada a natureza da resposta imune à dengue, o diagnóstico de infecção aguda por meio da detecção de anticorpos não é possível e somente testes rápidos que detectam anticorpos NS1 devem ser usados.

Para saber mais, acesse: Nota técnica traz orientações sobre a utilização dos testes rápidos para a dengue.

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