A encefalopatia crônica não progressiva, também denominada paralisia cerebral, é a deficiência mais comum na infância e atinge cerca de 2,1 casos para cada mil nascidos vivos. Segundo o artigo, a falta de estudos robustos na população dificulta a implementação de políticas de saúde pública que atendam plenamente às necessidades desses pacientes, acarretando judicialização por procedimentos e terapias específicas. Este processo, além de refletir a fragilidade da administração pública, também resulta em inequidade no acesso por privilegiar aqueles com os recursos necessários para judicializar as solicitações. O artigo apresenta como solução, o incentivo a estudos científicos na área e a formulação de novas políticas específicas para a população com deficiência.

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