Foi publicada no portal Migalhas matéria sobre uma decisão judicial da 6ª câmara Cível do TJ/PE que desobriga operadora de saúde a pagar tratamento de estimulação magnética transcraniana, não incorporada no rol da ANS. 

A decisão do desembargador Márcio Fernando de Aguiar Silva é baseada na falta de comprovação científica de eficácia do tratamento requisitado e oferta de outras opções terapêuticas incorporadas ao rol da ANS, que ainda não haviam sido esgotadas para o tratamento do paciente. 

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