A fibrilação atrial é um tipo de arritmia cardíaca caracterizada por alterações no ritmo dos batimentos do coração. Já o hipogonadismo hipogonadotrófico orgânico é uma condição que resulta na produção insuficiente de hormônios sexuais devido a alterações no eixo hipotálamo-hipófise.

Nesse contexto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, em 17 de julho de 2026, a incorporação de duas novas tecnologias ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. As inclusões incluem a ablação por campo pulsado para o tratamento da fibrilação atrial e a testosterona injetável para meninos, adolescentes e homens com hipogonadismo hipogonadotrófico orgânico, conforme os critérios estabelecidos pela Agência. As operadoras de planos de saúde deverão oferecer cobertura para a ablação por campo pulsado a partir de 1º de setembro de 2026 e para a testosterona injetável a partir de 3 de agosto de 2026.

A incorporação da ablação por campo pulsado foi precedida por avaliação técnica na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde), seguida de consulta e audiência públicas. Já a inclusão da testosterona injetável decorre da Lei nº 14.307/2022, que prevê a incorporação ao Rol da ANS de tecnologias recomendadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). No caso da testosterona injetável, a cobertura obrigatória deverá observar as indicações e os critérios definidos na Diretriz de Utilização (DUT) nº 158. 

Para mais informações, acesse: 
https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias-1/periodo-eleitoral/ans-incorpora-mais-duas-tecnologias-ao-rol