O artigo, publicado na revista Concilium, apresenta uma metodologia para a montagem automatizada de bancos de dados abertos, acessíveis, compartilháveis e seguros sobre a judicialização da saúde, fundamentada no conceito de infraestrutura da informação e no paradigma da Justiça 2.0. 

Esta montagem foi baseada no Diário de Justiça Eletrônico (DJe) e foi ajustada dentro de um sistema de informação chamado JUDJe (Judicialização Digital de Justiça). A metodologia descrita permitiu transformar um documento jurídico (DJe) em um banco de dados capaz de fornecer algumas evidências sobre a judicialização na área da oncologia. O texto informa que o sistema atualmente fornece um banco de dados com cerca de 70 mil movimentações processuais de câncer no SUS, sem depender de nenhum outro sistema de dados fornecido pelo Poder Judiciário.

Para leitura do texto na íntegra acesse: Vista do Public health, information infrastructure and border objects: the construction of open databases for the judicialization of health (clium.org)